6/02/2009
5/27/2009
luasemifusa
se você me disser,
que vai embora sem me ter,
já sinto o desespero,
mesmo antes disso vir a ser.
e talvez você me diga,
que promete em mim pensar,
e talvez você minta,
e diga que vai voltar.
mas ainda assim guardo,
no coração lacrado,
a esperança, o talvez, a ilusão.
e tudo é tão incerto,
até quando nos damos as mãos,
até quando você partir,
continuarei contando as horas,
para de você ouvir:
'dorme comigo, hoje sou toda tua'
e de perto o meu sorriso,
e minha alma misturando com a sua.
imagina nessa noite,
que sempre me conheceu,
como um antigo amigo, que o tempo esqueceu,
então eu serei a sua metade que completa,
que se faz perfeito e se desfaz na incerta.
por isso me confie,
sem medo ou temor,
essa noite quero que comigo fique,
até o nosso doce torpor.
que vai embora sem me ter,
já sinto o desespero,
mesmo antes disso vir a ser.
e talvez você me diga,
que promete em mim pensar,
e talvez você minta,
e diga que vai voltar.
mas ainda assim guardo,
no coração lacrado,
a esperança, o talvez, a ilusão.
e tudo é tão incerto,
até quando nos damos as mãos,
até quando você partir,
continuarei contando as horas,
para de você ouvir:
'dorme comigo, hoje sou toda tua'
e de perto o meu sorriso,
e minha alma misturando com a sua.
imagina nessa noite,
que sempre me conheceu,
como um antigo amigo, que o tempo esqueceu,
então eu serei a sua metade que completa,
que se faz perfeito e se desfaz na incerta.
por isso me confie,
sem medo ou temor,
essa noite quero que comigo fique,
até o nosso doce torpor.
5/20/2009
enquanto olho
acredite quando lhe digo
seja só você e o seu umbigo
trate tudo e todos como amigo
mas seja sempre só consigo
nunca se decepcione
nunca faça com que se engane
e nunca cometa o ato infame
de cair na armadilha do emaranhado arame
veja sempre o que te mostram
mesmo que enquanto isso te enforcam
e na falta de oxigenação
só pense no que te falta, o chão
marque todos eles com olhares que perfuram
pele, costela, coração
e deixe lá guardada a certeza pura
de ter tido sempre razão.
seja só você e o seu umbigo
trate tudo e todos como amigo
mas seja sempre só consigo
nunca se decepcione
nunca faça com que se engane
e nunca cometa o ato infame
de cair na armadilha do emaranhado arame
veja sempre o que te mostram
mesmo que enquanto isso te enforcam
e na falta de oxigenação
só pense no que te falta, o chão
marque todos eles com olhares que perfuram
pele, costela, coração
e deixe lá guardada a certeza pura
de ter tido sempre razão.
5/06/2009
livre-me
na falta do lazer,
entrega-te.
na falta do prazer,
enxerga-te.
na falta do fazer,
levanta-te!
enquanto o beatles toca no mp3,
a sad song:
'you're asking me will my love grow'
eu também não sei.
sempre me identifico com as coisas do coração,
mas os sentimentos enganam, transformam-se,
misturam-se, e formam o amor.
aquele que há morto dentro,
aquele que recebe sem ter,
aquele que acorda quando não se mede.
tudo isso é a essência.
eu também não sei.
e não mais sinto.
melhor, como lennon:
'come together, right now, over me!'
entrega-te.
na falta do prazer,
enxerga-te.
na falta do fazer,
levanta-te!
enquanto o beatles toca no mp3,
a sad song:
'you're asking me will my love grow'
eu também não sei.
sempre me identifico com as coisas do coração,
mas os sentimentos enganam, transformam-se,
misturam-se, e formam o amor.
aquele que há morto dentro,
aquele que recebe sem ter,
aquele que acorda quando não se mede.
tudo isso é a essência.
eu também não sei.
e não mais sinto.
melhor, como lennon:
'come together, right now, over me!'
4/27/2009
alegorias
Fecho-me em formas,
Para tornar-me um livro aberto.
Enterro-te em mim,
Para não temer o fim certo.
Escondo-me em abecedários
Enquanto imagino o mundo daqui de dentro.
Lembrei de ti enquanto escrevia este diário,
Enquanto as idéias surgiam,
Usava-te como musa para meu alento.
Para tornar-me um livro aberto.
Enterro-te em mim,
Para não temer o fim certo.
Escondo-me em abecedários
Enquanto imagino o mundo daqui de dentro.
Lembrei de ti enquanto escrevia este diário,
Enquanto as idéias surgiam,
Usava-te como musa para meu alento.
4/22/2009
hoje é o fim de nossos dias
tento te tirar da cabeça,
como num passe de mágica,
imagino tudo sem você,
sinto um vazio frio,
vejo o mundo sem te ter,
então eu rezo para que me salvem,
peço que me olhem,
e que o mundo me deixe ter prazer,
nem por todas as manhãs,
ou madrugada ao alvorecer,
nem por uma de suas irmãs,
ou a magia ou o poder,
só de pensar dá calafrio,
imaginar tudo sem você.
tento todas as manhãs,
te ver sem o vazio,
na madrugada, calafrio,
me faz imaginar você,
então eu rezo para que me olhem,
penso em poder te ter,
peço para que me salvem,
para não morrer de desprazer,
e mergulho em magia,
só de pensar no alvorecer que é você,
e em um dia de frio,
uma mágica me faz te ver,
balanço a cabeça, era sua irmã
pergunto como vai você,
ela diz que não queres me ver,
e digo: -não tenho ela, mas tem você...
como num passe de mágica,
imagino tudo sem você,
sinto um vazio frio,
vejo o mundo sem te ter,
então eu rezo para que me salvem,
peço que me olhem,
e que o mundo me deixe ter prazer,
nem por todas as manhãs,
ou madrugada ao alvorecer,
nem por uma de suas irmãs,
ou a magia ou o poder,
só de pensar dá calafrio,
imaginar tudo sem você.
tento todas as manhãs,
te ver sem o vazio,
na madrugada, calafrio,
me faz imaginar você,
então eu rezo para que me olhem,
penso em poder te ter,
peço para que me salvem,
para não morrer de desprazer,
e mergulho em magia,
só de pensar no alvorecer que é você,
e em um dia de frio,
uma mágica me faz te ver,
balanço a cabeça, era sua irmã
pergunto como vai você,
ela diz que não queres me ver,
e digo: -não tenho ela, mas tem você...
4/08/2009
analise morfosinaptica
final.
dito o fim de uma era,
ditador de mim,
continuamente fora de si.
sintetizo a fragilidade em um só sentimento:
saudade.
saúdo o novo, quase que nostalgicamente enterrado,
revigoro.
ditador de mim,
volte para o fim,
mostra-me como suprir.
fracos, entorpecidos, presos à rotina quase que escarrada,
observo-os, até os ajudo,
quando não, sufoco-os com mentiras que lhes bastam.
início.
dito as ações,
translitero-me em diversas lógicas,
muitas das vezes caoticamente perdido ditador de mim!
transforma-me em vivo novamente,
quero-o perto de mim,
para voltar a ser o final.
dito o fim de uma era,
ditador de mim,
continuamente fora de si.
sintetizo a fragilidade em um só sentimento:
saudade.
saúdo o novo, quase que nostalgicamente enterrado,
revigoro.
ditador de mim,
volte para o fim,
mostra-me como suprir.
fracos, entorpecidos, presos à rotina quase que escarrada,
observo-os, até os ajudo,
quando não, sufoco-os com mentiras que lhes bastam.
início.
dito as ações,
translitero-me em diversas lógicas,
muitas das vezes caoticamente perdido ditador de mim!
transforma-me em vivo novamente,
quero-o perto de mim,
para voltar a ser o final.
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